OS PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE

Na clássico manifestação princípios é, entre outros, pleito primária, preceito, exemplo, princípio, lucidez que é base de uma arte, de uma conhecimento ou de uma especulação.


Juridicamente, pode-se confirmar, nas palavras de Alto Antônio Bandeira de Mello, que se trata de um mandamento nuclear de um sistema, verdadeiro eixo dele, uso necessário que se irradia sobre distintos código compondo-lhes o dom e servindo de norma para a sua exata percepção e destreza, precisamente para definir a coerência e assento do sistema normativo, no que lhe fiscaliza a tônica e lhe efetua intuito eufônico.


Do ponto de ideia contábil, por sua vez, os princípios são responsáveis por acarretar toda a execução profissional e ser a base conceitual da setor. Nesse intuito, o Sugestão Federal de Contabilidade (CFC), por intermediário das resoluções nº 750/93 e nº 774/94, fixa os seguintes:


Princípio da intenda de Considera o acervo como instrumento da contabilidade e ressalta a autarquia patrimonial. Em outras palavras, preza pela dissociação entre acervo dos sócios ou proprietários e acervo da prócer. Dessa maneira, nos termos da Mudança nº 750/93 do CFC, o acervo da prócer não precisa se consubstanciar com o de terceiros, apesar de que sejam os proprietários do negócio.


Malogro de invasão de análogo princípio acontece no momento em que o senhorio de determinada empresa adquire, com o acervo desta, automóvel para sua uso único.



Julga que a prócer seguirá em cirurgia por tempo ambíguo e que isto precisa ser considerado ao distribuir e avaliar as mutações patrimoniais, quantitativas e qualitativas.
Como malogro, destaca-se a análise de ativos de pela certa disposição de acordo com a personalidade de fazer frutos na conservação de suas coisa, e não pelo valor que seria capaz ser adquirido caso fossem negociados em seu estado atual.

Refere-se, ao mesmo tempo, à tempestividade e à honra do repartição do acervo e das suas mutações, determinando que esse seja realizado de imediato e com a área correta, com independência das motivos que as originaram.


Malogro de inobservância deste princípio acontece ao gravar todos os fatos contábeis ao final do mês.
Princípio do Repartição pelo Valor componentes do acervo precisam ser registrados pelos princípios originais das coisa com o mundo exterior, ou seja, precisa ser feita por princípios de chegada a avaliação do acervo de uma prócer.

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Nesse intuito, o feito de conseguir um bem em melhoria ou com redução e assentá-lo por valor de mercado pode ser assentado, por exemplo, como invasão deste princípio.
Princípio da Competência Receitas e despesas tem de ser inclusas na apuração do resultado do tempo no qual ocorrerem, constantemente ao mesmo tempo no momento em que se correlacionarem, com independência de percepção ou pagamento.


A partir disso, o identificação da prescrição de uma distribuição a tempo apenas na momento de percepção do valor, por exemplo, vai de embate a este princípio.
Princípio da Prudência Determina a amparo do menor valor para os componentes do ligado e do maior para os do passivo, constantemente que houver opção da mesma maneira válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o acervo líquido.


A suposição de possíveis prejuízos, por exemplo, pode ser ideia como uma pronunciamento de análogo princípio.


Os efeitos da modificação do quantidade aquiritivo da espécie nacional precisam ser reconhecidos nos registros contábeis por meio do ajustamento da expressão definitivo dos princípios dos componentes patrimoniais.
Dessa maneira, a durabilidade deste princípio se justifica pelo feito de que a espécie, em que pese aceita em meio público, não reflete elemento contínua de quantidade aquisitivo.

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