Apenas os seis estados do país disponibilizam dados sobre os esclarecimento de homicídios, revela estudos

Apenas os seis estados do país disponibilizam dados sobre os esclarecimento de homicídios, revela estudos

maior parte dos estados do país não sabe quantos casos de assassinato são investigados e solucionados por ano, aponta acréscimo do Instituto Sou da Acordo. A agremiação pediu dados para os governos estaduais e para os Ministérios Públicos dos 27 estados da aliança entre maio e junho deste ano e somente conseguiu acreditar um índice de aclaramento de homicídios para 6 estados. São eles: Pará, Rio de Janeiro, Abantesma Admirável, Rondônia, São Paulo e Bosque Abundante do Sul.

São Paulo, o estado com a menor alíquota de homicídios por 100(ORIGINAL)|100 (CEM)|CEM} mil almas do Brasil em 2015, teve o de acordo com melhor performance no aclaramento de homicídios entre os estados analisados. No estado, 38,6% dos assassinatos geraram denúncias criminais. Já o Rio de Janeiro trouxe a 17ª maior alíquota de homicídios em 2015 (25,4 mortes por 100(ORIGINAL)|100 (CEM)|CEM} mil almas) e esclareceu apenas 11,8% das ocorrências de assassinato doloso no ano. O Pará, com a 4ª maior alíquota do país (41 mortes por 100(ORIGINAL)|100 (CEM)|CEM} mil almas), esclareceu apenas 4,3% dos assassinatos. (Veja todos os estados no diagrama abaixo.)

Entre os mais estados, oito relataram muitas dificuldades técnicas para o despacho dos dados sobre denúncias criminais de homicídios dolosos. São eles: Alagoas, Amazonas, Tocantins, Rio Grande do Norte, Ceará, Distrito Federal, paraíba e Goiás. O essencial agente aludido foi a absentismo de sistemas de armazenamento de dados integrados com as polícias e o quantidade Forense, sendo essencial uma avaliação processual de cada denúncia de assassinato para reparar a ação.

Entre cinco estados (Bosque Abundante, Amapá, Minas Gerais, Paraná e Maranhão), a abaixo-assinado de dados continua sendo apreciada pelo camarim do procurador-geral de Justiça ou outro órgão do Ministério Público estadual, de acordo com o Instituto Sou da Acordo. Já os mais estados (Roraima, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Piauí, Acerbo, Bahia e Sergipe) compartilharam dados incompletos, seja pela falta da data da denúncia seja pela do assassinato, o que inviabilizou o aferição dos indicadores. Indicador de aclaramento nacional O Instituto Sou da Acordo destaca a valia de ter um indicador nacional de investigação de homicídios para acarear os resultados dos sistemas investigatórios dos estados, realizar políticas específicas e focalizar investimentos.

A agremiação destaca que a investigação e o processamento de homicídios por parte das instituições que compõem o sistema de justiça criminal no Brasil é “ineficaz e ineficiente”. “As baixas taxas de aclaramento de homicídios e a atraso excessiva no processamento dos casos são atribuídas à prepoderância de investimentos públicos no policiamento ostensivo, à ausência de servidores nas polícias civis e técnico-científicas e condições ruins de trabalho, que desembocam na debilidade de procedimentos técnico-periciais alicerce, tais como a definição, abandono e cautela dos locais de crime”, aponta o acréscimo.

Para aumentar o performance das unidades encarregadas da investigação, a estudo cita exemplos internacionais de aposentar organizacionais, treinamentos e implentação de sistemas de informações. Para o caso brasileiro, o instituto destaca que é essencial acrescentar e acompanhar dados sobre os resultados dos inquéritos policiais, identificar os estados com o melhor performance com janela a sistematizar e alastrar boas costumes e redirecionar recursos para os estados e as cidades com os piores desempenhos.

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